Raissa Lennon

Raissa Lennon
"siga seus próprios sonhos, porque ninguém pode viver o sonho do outro"

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Currículo (não) vital

Informações Gerais

Raissa Lennon Nascimento Sousa, 20 anos, estudante de jornalismo da Universidade da Amazônia, atualmente estagiando no jornal O liberal/Amazônia. Filha de Oneide de Jesus Nascimento e Edmilson Raimundo Lima de Sousa, irmã de Raphael Lennon. Sim, Lennon é por causa de John, meu pai é fã.
Nascida em 21 de junho de 1991, às 8h, signo de câncer, com ascendente em leão, signo solar em capricórnio e signo lunar em touro. Deve ser por isso, que tenho personalidade tão instável. Adoro astrologia.
Tenho um namorado da minha idade chamado Eduardo, que cursa psicologia na Unama também, e é do signo de touro. Segundo o zodíaco, câncer e touro são os signos mais complementares de todo o mundo astral - não sei se é por isso - mas nos damos muito bem. Ele não acredita em signos.

Objetivo

Assisti a maior quantidade de filmes que eu conseguir, comprar a coleção de discos do The Smiths, e antes de morrer conseguir terminar de ler O mundo de Sofia.

Formação

Uma quase jornalista. O que não significa muita coisa.

Experiência

Li toda a saga de Harry Potter.
Tenho um blog há três anos. Mas não fiquei famosa e nem ganhei dinheiro com isso.

Atividades

Fiz teatro no Curro Velho e umas oficinas de cinema.
Tenho uma coleção de cartões de vários tipos, e comecei também a colecionar aquelas bolinhas de máquinha de shopping.


PS- Meu sonho é comprar uma bicicleta e ir a todos os lugares sobre as duas rodas.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

O filme além da tela

Mostra de Cinema e Direitos Humanos leva cidadania ao público*

O documentário com co-produção Argentina-Venezuela “Cuatros Litros por Tornel”, mostra mulheres venezuelanas que decidem formar uma cooperativa. Já o brasileiro “Diário de uma busca” tenta desvendar o desaparecimento de um militante político. E o longa-metragem “Bicho de 7 cabeças”, está relacionado com o direito à saúde mental.

Os três exemplos fizeram parte de uma série de produções audiovisuais exibidas na 6º Mostra de Cinema e Direitos Humanos na América do Sul, que aconteceu em Belém de 19 a 30 de outubro deste ano, no Cine Libero Luxardo. Os filmes trataram sobre o Direitos de Crianças e Adolescentes, do Direito à Terra, da Cidadania LGBT, da Educação em Direitos Humanos, Democracia, das Populações Tradicionais, das Pessoas Idosas e outros. O evento contou com apoio do Ministério das Relações Exteriores, da TV Brasil, da Sociedade Amigos da Cinemateca e do Sesc São Paulo.

Após seis décadas da Declaração Universal dos Direitos Humanos, é comum assistirmos a luta cotidiana de pessoas e grupos em defesa do direito à vida, à liberdade e no combate à violência e o preconceito. É esses princípios que a Mostra de Cinema e Direitos Humanos discutiu com o público através do audiovisual.

A Mostra acontece em Belém desde 2007, sempre com exibições no Cine Libero Luxardo, na Fundação Cultural Tancredo Neves (Centur). Nesta edição, o circuito percorreu todas as capitais brasileiras, além do Distrito Federal. Para o produtor da Mostra da edição local, Felipe Pamplona, “a cidade já tem um público fiel, que a cada ano aumenta mais. Isso é comprovado no número recorde de público deste ano, com mais de mil pessoas participando da edição”.

O produtor também comenta sobre o papel da sétima arte no debate a respeito dos Direitos Humanos. “O filme exibido na sala de cinema não tem o poder direto de uma política pública de Direitos Humanos, mas ele tem a capacidade que é tão importante quanto, de mostrar para as pessoas o que está acontecendo, para as se conhecerem e se reconhecerem através do cinema. Ou seja, as pessoas se reconhecem naquela realidade. Os filmes dão a oportunidade de conhecer a história do seu país, a história dos países da América do Sul”, reflete o produtor.

Especiais

Para a garantia dos Direitos de Pessoas com Portadoras de Necessidades Especiais, a programação do evento acontece em salas com acessibilidade para deficientes físicos. Além disso, promovem exibições que contam com o sistema de “closed-caption” para os deficientes auditivos, com legendas que descrevem, além das falas dos atores, qualquer outro som presente na cena, como palmas, passos, risos, etc. E sessões de audiodescrição, com narração das imagens em palavras para deficientes visuais.

Em Belém, os alunos da Escola de Educação Especial José Álvares de Azevedo, assistiram ao filme “Diário de Uma Busca” em um sistema de audiodiscrição fechada. “Foi muito emocionante essa sessão, a maioria dos alunos com deficiência visual nunca tinham tido contato com o cinema”, relata o produtor, Felipe Pamplona. A mostra também disponibiliza um sistema de audiodiscrição aberta, que exibiram alguns filmes de curtas-metragens da seção de filme Contemporâneos.

É a primeira vez que o escritor Tchello d’Barros, 44 anos, assiste às exibições que o evento promoveu. Para ele, “essa temática dos Direitos Humanos é essencial para o cinema, porque mostra a realidade das classes oprimidas da sociedade”. “São temas relevantes que precisam ser olhados com mais atenção por todos nós. É um cinema de denúncia que proporcionam a conscientização”, analisa o escritor.

Já o motorista João Rodrigues, 39 anos, nunca perdeu uma edição do evento na cidade. “Eu vim todos os anos. Tem certas situações que só a arte pode dar uma visão mais ampliada sobre a realidade”, comenta João Rodrigues.

* Matéria elaborada para um trabalho acadêmico

Insulto d'alma


Uma dor na boca do estômago
Um amargo no âmago da alma
Uma raiva chegando ao ódio
Um monstro.
Uma tristeza mortal
Um olhar vermelho de choro
Quando você enlouquecer,
só você conseguirá
sair da cova
Nada importa mais,
do que o que
você sente por você mesma...

Um turbilhão de pensamentos que veio a cabeça agora
Todas as tensões, discussões e justificativas pairam na minha mente aberta
Do nada imaginei-me em cima do palco, tocando para um milhão de pessoas
Irônico como as ideias mais desconexas aparecem nos momentos mais inoportunos
Queria simplesmente parar de fazer tudo o que eu estou fazendo agora
Parar absolutamente tudo.
E começar de novo, de novo e de novo. Será que dá pra começar de novo?

Companheiros