Raissa Lennon

Raissa Lennon
"siga seus próprios sonhos, porque ninguém pode viver o sonho do outro"

domingo, 21 de agosto de 2011

Contudo, amo você

Mesmo com tanta loucura, tanto ciúme, tantos medos, receios, tanto exagero. Sim, eu adoro ter você.
Mesmo com tanta inveja, maldade, estupidez, mesmo com tanta embriaguez. Sim, eu adoro ter você.
Mesmo com tantas chatices, com tanta rotina, com tanto trabalho, estudo, cansaço. Sim, eu adoro ter você.
Mesmo que estaguine, mesmo que mude, mesmo que pese, mesmo que doa,
Mesmo com tudo, com tudo mesmo que possa ferir e magoar.
Mesmo até que você não esteja aqui
você me compra apenas com sorriso, ou com um beijo seu.
Com um olhar, com um perdão, com sua forma particular de amar.

(Em homenagem ao #Diamundialdafotografia : Foto acima tirada por Robert Doisneau, em 1950)

terça-feira, 28 de junho de 2011

Sonhos e a pior doença do amor

Quando sonho vejo demônios em minha volta. É algo de mim já, que tento me acostumar. Geralmente tenho pesadelos com a morte de pessoas que amo. Ou com minha própria morte. Certa vez, sonhei que me apunhalavam na barriga e saía muito sangue. Acho que devo está vendo muitos filmes do Robert Rodriguez e Quentin Tarantino.
Isso só não acontece quando estou ao lado dele. Quando estou ao seu lado, pode ser a pior cama do mundo, o pior lugar do mundo, mas sempre durmo bem. Não tenho pesadelos e nem sonhos,  e se tenho, não lembro. Apenas durmo como um anjo, como se deve dormir. Acho que me sinto protegida demais para sonhar com a minha própria morte. É como se nada pudesse me atingir. 
Uma insônia me persegue quando estou sozinha. Olho para o teto, para o Panda e para minha janela. Estou me acostumando mal, por estar sempre ao seu lado. Segundo o professor Benjamin Schianberg, a possessividade é a pior de todas as doenças do amor. É, estou lendo muito Marçal Aquino também. A ficção começa a se misturar com a realidade. 
As vezes acho que tenho medo da minha própria realidade. Isso deve acontecer com pessoas que amam demais. Meus pesadelos são apenas castigos a mim mesmo, por querer ser feliz. Será? Como uma altoflagelação. Independente dos sonhos, o melhor de tudo e poder abrir os olhos e ver que ele está ao meu lado, até quando está longe.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Junho

Chega de tristeza, já chegou o mês de Junho. Mês das festas juninas, do arraiá, da quadrilha. Mês do bolo de fubá, mingau de milho, vatapá. Mês também do amor, dia dos namorados no Brasil (antes nem me importava com isso, mas agora até que faz sentido). Mês das festividades dos santos populares: São João, Santo Antônio e São Pedro. Mês de Arrastão do Pavulagem em Belém. Todo mundo dançando, pulando, brincando. E o sol escaldando na cabeça revestida de chapéu com fitas. Os pernaltas fazem a festa, e o boi enfeita a multidão com seu colorido esfuziante.

Junho é o meu mês. 21 é meu aniversário. Todos que nascem nessa época carregam consigo o carma da festa junina. Não tem escapatória, mas é bom de qualquer forma. Junho é o mês que a lua está transitando na casa astrológica de Gêmeos e Cancêr. Pessoas espivitadas nascem nesse período, como eu, mas são gente boas, é o que importa.


;)

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